Escravo da Insegurança



Eu me permiti e fui escravo dessa insegurança.
Nesse vai e vem não tão simples
Continuo sendo escravo.
Eu me debato,
Argumento,
Converso,
Odeio,
Amo
E amarrado ainda estou.

Longe de mim me botar em vítima ou pedestal
Lhe asseguro e digo que eu já faço isso,
E sei que não sou bom, maravilho e decente.
                                        Reconheço
                                    Reconheço 
                                Reconheço
E não paro de ser:
                        Autoconsciente.

Mas ser autoconsciente não é suficiente

Hm? Verdade.

Um passo você precisará dar.
Para onde vai?

Já repeti demais esse erro, não é?
Por um lado posso tentar mais uma vez ser melhor socialmente.
Já por outro...
Eu vou em frente sobre me isolar completamente.

Você nunca teve coragem para estar sozinho.
Toda vez que tentou,
sabe muito bem como piorou.

Ah, eu sei, desculpa, 
é um pensamento intrusivo persistente.

Tal como sou?

Tal... como você é?
Não! Você é eu.
Um pensamento intrusivo,
acredito eu, 
não conversaria tanto sozinho.

Bom ponto.
Então por quê digitas?

Um pouco de arte na vida
Não é mal.

Um tratamento de ego.
Uma masturbação do teu ego!

Ah mas...
Hei de mim fazer um caráter ao público.
Apesar de que eu compreendo tua visão,
Afinal, veio de mim.

...

Como seria um balanço ideal?
Entre o amor e o ódio?
A apatia e a empatia?
Me sinto tão encucado...
.
    .
        .
            desculpa.
            não sei mais por quê escrevi isso.
    esqueci o propósito.



- Masayoshi

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